sábado, 12 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Cabaré Fora do Eixo - Amapá
O Cabaré Fora do Eixo é um espetáculo de artes integradas
(teatro, circo, performances, música, dança, literatura e outros), onde cada
artista ou grupo apresenta um numero de 5 a 15 minutos.
Esta iniciativa já vem sendo
discutida desde o início do ano entre os agentes do PFdE no Amapá e convidados
do segmento, estas conversas resultaram no Cabaré Experimental realizado em março
na Casa Fora do Eixo – Amapá (CAFE/AP), atividade avaliada muito positiva
e fortaleceu a ideia do Cabaré Fora do
Eixo Amapá que será realizado no dia 4 de maio integrado à plataforma dos demais
cabarés do circuito nacional.
O projeto funciona em diversos
pontos do Brasil como uma plataforma de intercâmbio e circulação de artistas
nacionais e internacionais. É uma das ações estratégicas do Palco Fora do Eixo
(PFE) que cria possibilidades de dialogo e realização de ações integradas entre
as diversas manifestações culturais.
O primeiro Cabaré Fora do Eixo trás
o tema “Todas as formas de amar”, uma proposta
bem diversificada com música, artes cênicas, stand up, instalações,
performances, vídeo dança; o mais interessante é que a maioria das propostas
para este primeiro Cabaré são experimentações dos produtores locais a serem
apresentadas pela primeira vez ao público.
Programação:
“DESENCANA II” (Movimento
Cultural Desclassificáveis)
Espetáculo baseado no conto “Dama da Noite” de Caio Fernando
Abreu onde um travesti solitário conversa com um ser imaginário sobre sua vida.
"FORMAS DE AMOR" (Cia. Theatral Tucuju)
Intervenção teatral, performática
e poética, baseada em textos de Robert Sternberg, Augusto Vinicios, Luiz Vaz de
Camões e Plínio Marques, onde os personagens, através de manifestações em seus
corpos, se expressam através de formas de amor, formas de amar (temática do
evento). Cada personagem convive em um mundo diferente, mas estes se juntam com
a proposta de fortalecimento do amor pela arte.
“VERTIGEM” (Movimento Cultural Desclassificáveis)
O espetáculo é uma leitura corporal do experimento musical
"Tem Deck?" de Otto e Pepeu Ramos
“MORENA EU QUERO CHÁ” (Cia. BemTeVi)
Intervenções poéticas apresentadas no decorrer da
programação. Nela os atores entram em cena tomando chá e assim permanecem até o
fim, também realizando declamações de textos (de amor, sensuais e eróticos) de Kássia
Modesto.
"UM POUCO DE NÓS" (Cia.Supernova)
Instalação-performance que
retrata o artista e “fazedores de cultura”. A proposta reutiliza diversos
materiais como papel, tecidos, madeira, sobras de cenários, luminárias. E os
perfomes interagem com a instalação e com o público presente.
STAND UP COMED: “OS PIORES DO MUNDO” (Grupo Eureca)
Os humoristas Joca Monteiro, Jean Nogueira e Helienson
Miranda causam boas gargalhadas.
MÚSICA
“MINI BOX LUNAR”
“TEM DECK?”
VÍDEO-DANÇA
Pré-lançamento da 2ª MIVA-Mostra Internacional de Vídeodança
na Amazônia com: “AUTOPSY EROS”
Serviço:
CABARÉ FORA DO EIXO - AMAPÁ
LOCAL: CASA FORA DO EIXO AMAPÁ (CAFE/AP) [Av. Henrique
Galúcio, 820. Centro]
Data: 04 de maio (Sexta-Feira) às 19h
Ingresso: 1 utensílio de cozinha para a CAFE/AP
Temática: “Todas as formas de amar”
Classificação indicativa: 16 anos
Realização:
Palco Fora do Eixo Amapá
Casa Fora do Eixo Amapá
Coletivo Palafita
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Amapá participa da marcha nacional contra a corrupção
No dia 21 de abril, como ocorreu no dia 7 de setembro e 12 de outubro de 2011, será realizada em todo Brasil a MARCHA NACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO. Assim, convidamos toda sociedade para participar da marcha que ocorrerá no Amapá. A mobilização percorrerá a av Fab, a rua Cândido Mendes e a av Mendonça Júnior até a Fortaleza de São José, onde será finalizada com um ato/show com artistas amapaenses. A concentração será as 16 horas na avenida FAB em frente a Assembléia Legislativa.
Como diretriz nacional a marcha propõe o fim do foro privilegiado, o fim do voto secreto no parlamento e o julgamento imediato do processo do mensalão. Já a diretriz local exige a conclusão e o julgamento de todos os processos oriundos das operações da polícia federal com a devida condenação dos culpados. Ademais, exigi-se maior coerência na divisão do orçamento do Estado, além das outras bandeiras das entidades que estarão presentes.
Do mesmo modo que a atividade nacional, a atividade é apartidária, independente. Portanto, não serão permitidos elementos partidários no ato. Sugerimos ainda que os participantes vistam roupas pretas e levem objeto que remetam a ideia de limpeza, como vassouras, esfregões etc.
Esta é a hora de darmos um basta na corrupção.
Edinaldo Batista
Movimento Mãos Limpas
Transparência Amapá
8118 4640 – 9145 4717
@mmaoslimpas
Marcha Contra Corrupção – 21 de Abril
Consulte o evento local da sua cidade
Queremos:
-Voto aberto parlamentar
- Fim do Foro Privilegiado
-Julgamento do Mensalão
Ação Cultural
No dia 22 de abril (Domingo), a partir das 17h, o Grupo de Teatro Hemisfério e parceiros realizam uma Ação Cultural no Centro de Experimentação Encanto dos Alagados, localizado no bairro do Aturiá.
Programação:
João Cheroso e João do Céu Vendendo Cordel (Palco Fora do Eixo Amapá)
O Rapto do Coelhinho Encantado
Trupe do Pato
Disputa Divina
Hause Live
Simãozinho Sonhador
e muito mais!
Serviço
Local: Centro de Experimentação Encanto dos Alagados
Data: 22.04 (sábado)
Horário: 17h
terça-feira, 17 de abril de 2012
II congresso de Jornalismo da Unifap (Conju)
Tema: "O papel do comunicador no processo de democratização da informação".
Data: 25 a 27 de abril de 2012
Programação:
25/04 – Quarta feira
Credenciamento: 15h às 17h
Cerimônia de abertura: 19h
Magnifico Reitor José Carlos Tavares
Profº Msc Ivan Carlo
Pró Reitor (Proeac) Steve Araújo
Palestra de abertura
Horário: 19h30 às 21h
Tema: O processo de democratização da informação
Palestrante: Bia Barbosa (Intervozes)
Local: Auditório Multiuso da Unifap (Anfiteatro)
26/04 – Quinta feira
Oficinas
Horário: 14h30 às 17h
Local: Salas disponibilizadas
Mesa Redonda
Horário: 19h às 21h
Tema: O futuro da internet na era do SOPA e PIPA
Mediador: Heluana Quintas (Coletivo Palafita)
Palestrantes:
Prof. Dr. Juarez Xavier (Unesp) - a confirmar
Prof. Msc. Ivan Carlo (Unifap)
27/04 – Sexta feira
Oficinas
Horário: 14h30 às 17h
Local: Salas disponibilizadas
Concurso de Curta Metragem
Horário: 19h
- Premiação para os três primeiros lugares
Mesa julgadora: Convidados do Museu da Imagem e do Som (MIS)
Palestra de Encerramento
Horário: 19h30 às 21h30
Tema: A ilusão de liberdade e a fantasia democrática: a imprensa dos nossos dias
Palestrante: Jornalista Lúcio Flávio Pinto (PA)
Local: Auditório multiuso da Unifap (Anfiteatro)
Show de encerramento
Horário: a partir das 22h
Presença de bandas locais e DJ's
Data: 25 a 27 de abril de 2012
O II Congresso de Jornalismo da Unifap (Conju) é um evento produzido por acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap). O Objetivo do evento é fortalecer o ensino, a pesquisa e a extensão as quais são atividades acadêmicas que possibilitam a aprendizagem e favorecem o desenvolvimento crítico. O congresso irá reunir acadêmicos, professores e comunicadores com a finalidade de discutir assuntos pertinentes da área.
25/04 – Quarta feira
Credenciamento: 15h às 17h
Cerimônia de abertura: 19h
Magnifico Reitor José Carlos Tavares
Profº Msc Ivan Carlo
Pró Reitor (Proeac) Steve Araújo
Palestra de abertura
Horário: 19h30 às 21h
Tema: O processo de democratização da informação
Palestrante: Bia Barbosa (Intervozes)
Local: Auditório Multiuso da Unifap (Anfiteatro)
26/04 – Quinta feira
Oficinas
Horário: 14h30 às 17h
Local: Salas disponibilizadas
Mesa Redonda
Horário: 19h às 21h
Tema: O futuro da internet na era do SOPA e PIPA
Mediador: Heluana Quintas (Coletivo Palafita)
Palestrantes:
Prof. Dr. Juarez Xavier (Unesp) - a confirmar
Prof. Msc. Ivan Carlo (Unifap)
27/04 – Sexta feira
Oficinas
Horário: 14h30 às 17h
Local: Salas disponibilizadas
Concurso de Curta Metragem
Horário: 19h
- Premiação para os três primeiros lugares
Mesa julgadora: Convidados do Museu da Imagem e do Som (MIS)
Palestra de Encerramento
Horário: 19h30 às 21h30
Tema: A ilusão de liberdade e a fantasia democrática: a imprensa dos nossos dias
Palestrante: Jornalista Lúcio Flávio Pinto (PA)
Local: Auditório multiuso da Unifap (Anfiteatro)
Show de encerramento
Horário: a partir das 22h
Presença de bandas locais e DJ's
Exposição "Antônio Munhoz em Memórias e Nunaces"
Sexta-feira, 20, a Galeria Antônio Munhoz Lopes do SESC/AP apresentará ao público a Exposição "Antônio Munhoz em Memórias e Nunaces" que busca apresentar à sociedade amapaense um pouco da trajetória do ilustre educador e incentivador da cultura universal no Amapá.
A abertura contará também com o lançamento do documentário "Antônio Munhoz em Memórias e Nuances" realizado pelo MIS/AP sobre a exposição e a vida de Munhoz.
Serviço
Exposição "Antônio Munhoz em Memórias e Nunaces"
Local: Galeria Antônio Munhoz
Horário: 20h
Data: 20 de Abril
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Sexta-feira tem Cine Paraíso
Nessa sexta-feira (13), exibição do filme Sete Dias com Marilyn, vencedor do Globo de Ouro 2012 de Melhor Atriz, no cineclube Cine Paraíso.
A sessão inicia às 19h no Salão João XXIII, com a entrada via Largo dos Inocentes (Formigueiro).
Apoio: Tropical Center, Liga Amapaense de Cineclubes, Produtora Curupira Vampiro e Diocese de Macapá.
Realização: Casa Fora do Eixo Amapá, Coletivo Palafita, Clube de Cinema, Circuito Fora do Eixo, Cine Mias Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Grupo Eureca no Museu Sacaca
Neste mês de abril, o Grupo Eureca entra na programação cultural do Museu Sacaca com uma temporada de apresentações do espetáculo "João do Cheroso e João do Céu Vendendo Cordel" que este ano comemora o centenário do artista popular Luiz Gonzaga.
Os visitantes do museu a céu aberto poderão assistir ao espetáculo na Maloca Multiuso todos os domingos (08, 15, 22 e 29 de abril) às 17h. O espetáculo oportuniza o contato dos visitantes com o teatro amapaense em espaço alternativo, a valorização da literatura e da música popular brasileira.
No espetáculo os artistas declamam o cordel "A Estrela do Sertão, Luiz Gonzaga - o Rei do Baião" de autoria do jovem dramaturgo amapaense, Joca Monteiro, que homenageia Luiz Gonzaga e sua relação com com a história do Amapá.
Para saber mais sobre o espetáculo, acesse:
sexta-feira, 23 de março de 2012
Carta do segmento audiovisual amapaense em repúdio ao senhor João Porfírio Freitas Cardoso
O audiovisual amapaense vive um momento de considerável expansão e aprimoramento de seu tripé formação, produção e distribuição. O nível de organização e de participação dos agentes culturais do segmento e sua consequente presença mais efetiva nos espaços de debate da cultura amapaense também tem se ampliado. Esses avanços se refletem em uma interação mais ampla com os demais segmentos culturais e o estabelecimento de canais de diálogo com o poder público.
Contrariando esse momento de amadurecimento que o segmento vem construindo em nosso estado, o ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado do Amapá (CONSEC-AP) João Porfírio Freitas Cardoso fez a seguinte declaração, em reunião do segmento Afrodescendente e Culturas Populares realizada no dia 27/02/0212 nas dependências do referido órgão:
“O audiovisual reivindica cadeira [no conselho de cultura do Estado do Amapá]? Reivindica. Mas não tem legitimidade de reivindicar, por que não fez por onde, não foi atrás de produção. Criaram um bocado de cineclube aí, pegaram um monte de filme de fora e saíram passando por aí...mas não tem produção” (Transcrição feita a partir do áudio gravado da referida reunião e disponibilizado pelo CONSEC-AP)
A declaração é curta, mas traz consigo erros graves e demonstram um drástico desconhecimento de causa por parte de seu autor a respeito das características do audiovisual. Apesar de não ser perceptível na declaração transcrita, ela foi feita em uma sala chamada “Plenária Antônio Munhoz”. O professor Antônio Munhoz foi um dos fundadores do primeiro cineclube do qual se tem notícias no estado do Amapá, o cineclube Humberto Mauro, na década de 1970, mostrando que há muito as práticas audiovisuais estão presentes na história do estado que, a época, ainda era Território Federal.
Além desse deslize histórico, a fala é rasa por ignorar vários outros avanços, esses bem mais atuais, que vem fazendo parte da rotina do audiovisual no estado. Abaixo traçamos um breve panorama desses progressos:
Desde 2004, o Amapá vem se inserindo de maneira contundente nas esferas de reflexão, debate e produção do audiovisual nacional. Um marco nesse processo foi a fundação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas trazendo ao estado a única entidade do audiovisual brasileiro presente em todas as unidades federação, possibilitando assim, que o edital federal do DocTV pudesse ser acessível ao realizador independente do Amapá. A entidade é ainda filiada ao Congresso Brasileiro de Cinema e ao Conselho Nacional de Cineclubes.
Os agentes do audiovisual amapaense realizam também, desde 2004 o FIM – Festival Imagem-Movimento, esse evento que, junto com o Festival Internacional de Cinema de Manaus, são os dois festivais mais antigos da região norte, garantindo ao estado do Amapá a presença no Guia Brasileiro de Festivais de Cinema e Vídeo. Este mesmo evento recebeu, em 2010, certificação com o selo Cultura Viva, concedido pelo Ministério da Cultura, como uma das 120 melhores iniciativas de comunicação e cultura de todo o país.
O ano de 2011 representa um momento histórico para o segmento no estado. Em seu transcorrer, os cineclubes se expandiram, ao mesmo tempo em que os realizadores independentes diversificaram quantitativa e qualitativamente sua produção. Em uma análise rápida podemos mapear pelo menos 11 cineclubes em atividade e mais de 20 filmes realizados em 2011. Outro passo importante, dado ano passado, foi a realização do 1º Seminário Amapaense de Audiovisual, evento estruturante do segmento que reuniu sociedade civil organizada, indígenas, organizações formais e informais da área, poderes públicos, Ministério da Cultura (SAV – Secretaria do Audiovisual), cineclubes, TVs escolas, representantes de locadoras de filmes e TVs abertas. O evento construiu um amplo lastro para que o segmento pudesse qualificar seus agentes, pontuando metas para a profissionalização e expansão do audiovisual no estado pautada em três esferas de atuação: formação, produção e distribuição. Nesse sentido, tentar desqualificar a prática cineclubista fez o ex-presidente do Conselho de Cultura do estado incorrer em dois erros graves:
1) Desmerecer a prática cineclubista é ignorar sua função transformadora da sociedade que busca a construção de uma autonomia dos sujeitos sociais e a implementação da cidadania cultural e da democratização da comunicação, notadamente em um estado como o Amapá, que conta com 16 municípios, sendo que apenas dois deles possuem salas de cinema.
2) Limita o conceito de audiovisual a apenas uma de suas linhas de atuação que é a exibição (distribuição/veiculação), negligenciando a formação e a produção, áreas em franca expansão no estado;
A produção amapaense vem circulando inclusive em canais educativos de referência na radiodifusão profissional brasileira como a TV Cultura, o Sistema S e TV Brasil, os filmes veiculados nesses canais foram realizados com recursos federais conquistados via editais Doc TV e Etnodoc resultando em 3 filmes realizados pelo primeiro e dois pelo segundo.
Apesar da sabida velocidade/estabilidade da conexão de internet no Amapá, os agentes do audiovisual local chegam a possuir contas em sites de hospedagem com mais de 50 vídeos postados, ultrapassando a cifra de 10.000 acessos computados.
Dando um passo a mais na direção de socializar informações que possam qualificar a próxima fala sobre audiovisual do ex-presidente do Conselho de Cultura, disponibilizamos, ao fim deste documento, uma lista dos trabalhos independentes realizados no Amapá no ano de 2011, acompanhados da indicação de seus respectivos diretores e dos cineclubes em atividade. A média de produção do segmento é de mais de quase dois filmes por mês, se tomarmos como base o ano passado.
É inegável o nível de organização dos agentes do segmento que vem construindo parcerias duradouras e formais com instituições de grande relevância no estado como o SESC-AP, que atua pioneiramente na cena audiovisual estruturando ações de formação, produção e difusão de audiovisuais, bem como com a Universidade Federal do Amapá, através do projeto de extensão Univercinema, que aglutina ações como o Pró-Estudante Cinegrafia, A escola vai ao cinema e projetos de produção de vídeos que se desenvolvem fora da capital em parceria com o CPPTA – Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais.
Nossas salas cineclubistas estão abertas ao público gratuitamente em vários pontos da capital além de um ponto cineclubista em Porto Grande e outro em Serra do Navio. Realizamos ações com resultados concretos (filmes) em mais da metade dos municípios que formam nosso estado através de oficinas de realização audiovisual gratuitas, ofertadas em centros comunitários e escolas. Temos uma agente do segmento selecionada, há um ano e meio, para o curso de Altos Estudos Cinematográficos na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba, uma das instituições mais respeitadas no ensino do Cinema na América Latina.
É possível dizer que um segmento com esse panorama não tem legitimidade?
Gostaríamos de concluir este documento, afirmando o respeito do audiovisual para com os demais segmentos culturais, tenham eles ou não cadeira efetiva ou suplente no Conselho de Cultura. Temos consciência que uma palavra chave para entender a cultura é “diversidade”. Não se hierarquiza cultura, não se hierarquiza segmentos culturais e o audiovisual, por sua própria constituição, compreende e defende isso: nossos filmes precisam dos músicos e cantores daqui, precisamos da cenografia das artes visuais, precisamos dos inspirados textos dos escritores amapaenses, precisamos dos atores do nosso teatro. E, por fim, colocamos nossas ferramentas a disposição de todos os segmentos que se interessem por documentar um pouco de sua história no estado, para que incorreções como essas, que motivaram esse texto, deixem de ser proferidas sobre qualquer um dos segmentos que constroem diariamente a nossas referências culturais. Saudações audiovisuais a todos!
Macapá, 22 de março de 2012
Assinam esta carta:
Entidades Nacionais:
- CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
- CBC – Congresso Brasileiro de Cinema
Entidades do audiovisual Amapaense:
- Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Amapá
- Liga Amapaense de Cineclubes
Festivais:
- Festival Imagem-Movimento – FIM, AP
- Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC, RS
- Mostra do Filme Livre - RJ/SP/DF
- Festival Ratoeira/RJ
Coletivos:
- Coletivo Palafita
- Fotógrafos Anônimos
Cineclubes amapaenses:
- Univercinema - UNIFAP
- Cine Paraíso
- Cine Periferia
- Cine Poraque
- Cine Zoom na Norte
- Pium Filmes
- Clube de Cinema
- Cinemando na Amazônia
Cineclubes de outros estados:
- Cineclube Nangetu - Belém/PA
- Cineclube da Irmandade - Ananindeua/PA
- Cineclube SMVC - RS
- Cineclube Lanterninha - Aurélio - RS
- Cineclube Beco do Rato - RJ
Redes:
- Rede de Cineclubes de Terreiros da Zona Metropolitana de Belém -PA
- Projeto Azuelar/Ponto de Mídia Livre - Belém/PA
Agentes Individuais:
- Arthur Leandro/ Diretor Regional Norte do CNC e Coordenador do GT de Comunidades Tradicionais da Federação Paraense de Cineclubes;
- André Sandino/Coordenador do Cineclube Beco do Rato /Diretor de acervo da Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro -Ascine-RJ;
- Alexandre Brito/ realizador independente do Amapá/ FIM;
- Augusto (Tuto) Pessoa-Lobo/ Conselheiro de Cultura [Audiovisual] do Estado do Amapá;
- Ana Vidigal - ABDeC/AP;
- Otto Ramos / Vice Presidente do Consec, Membro do Colegiado Setorial de Musica do CNPC/Minc, Circuito Fora do Eixo, Partido da Cultura;
- Carla Antunes/ Clube de Cinema/ FIM
- Lucila Malcher/ Professora, Pedagoga, Especialista em Tecnologia Educacional e Gestão do Trabalho Pedagógico;
- Socorro da Silva/ TV Escola Amapá;
Audiovisuais produzidos em 2011:
01 - Açucena;
Diretor: André Araújo
02 - Vale à pena?
Diretor: Lucas Penafort
03 - Última Sessão;
Diretor: Jamile Gurjão
04 - Entre Margens;
Diretores: Odivar Filho e Liliane Oliveira
05 - Memória fotográfica;
Diretora: Mary Paes
06 - Cantando na chuva;
Direção: Emília Garçon
07 - RDS Iratapuru;
Direção: Gavin Andrews
08 - Amapá: vestígios de uma guerra perdida;
Direção: Wilza Souza
09 – Vloger Fora de rota;
Diretores: Helder Ramon e Paulo Rafael
10 - Sem sinal;
Diretor: Alexandre Magnus
11 – Situação de risco
Diretor: Alexandre Magnus
12 - Doido;
Diretor: Aluízio Guimarães
13 - Canto da sereia;
Diretor: Graciliano Galdino
14 - Programa de tv Interferência
Diretor: Darlan Costa
15 - Só termina quando bacaba
Direção: Coletiva
16 – Palafita Web TV
Direção: Coletiva
17 – Deu a louca no boto cor de rosa
Direção: Aog Rocha
18 – A rosa
Direção: Dominique Allan
19 - Documentário Festival Quebramar -IV Edição
Direção: Palafita Comunicação
20 - As escravas da Mãe de Deus
Direção: Decleoma Pereira
21 - Mistério Serrano
Serra do Navio
Direção: Coletiva
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